É praticamente um consenso da medicina moderna dizer que as mulheres que já entraram na menopausa devem evitar fazer reposição hormonal devido a riscos para a saúde, que incluem tromboses venosas e até câncer. No entanto, alguns especialistas apontam que, para algumas mulheres a reposição hormonal pode combater os sintomas da menopausa.
O ginecologista Nilson Roberto de Melo afirma que uma alimentação balanceada, ter hábitos saudáveis e praticar atividade física regular são potentes aliados que ajudam a diminuir os efeitos tão incômodos da menopausa.
Mas em alguns casos essas atitudes não são eficazes. Para estas mulheres, a reposição hormonal pode ser necessária como forma de ajudar a mulher a enfrentar com mais saúde este período difícil, mas que deve ser encarado com naturalidade, afinal faz parte do processo natural do envelhecimento do organismo.
A reposição não apenas reduz os sintomas causados pela diminuição hormonal, como também previne doenças como a osteoporose. De acordo com o médico, nos cinco primeiros anos após o início da menopausa, ocorre um maior declínio da massa óssea. O tratamento colabora para frear tal quadro. Há, também, estudos que apontam que a reposição hormonal ainda colabora na diminuição do risco de desenvolver o Mal de Alzheimer aproximadamente 40%.
“Para se obter um resultado satisfatório, o tratamento deve ser realizado no momento certo. A reposição só deve acontecer entre seis a oito anos após o começo da menopausa. É importante deixar claro que uma análise individual é fundamental para indicar o melhor caminho, diz o médico.”
Então, Marias, se os primeiros sintomas da menopausa já começara a incomodá-la, o melhor a fazer é procurar orientação médica para saber qual o tratamento mais indicado para você, especificamente.
Fonte: Dr. Nilson Roberto de Melo, ginecologista
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